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Etimologia das Palavras

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Etimologia dos nomes das capitais do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Esta é uma lista das origens dos nomes das capitais dos estados brasileiros. A maior parte deles é derivada de toponímicos e hagionímicos em língua portuguesa. Vários deles denotam a religiosidade cristã-católica fervorosa dos colonizadores (Belém, Natal e Salvador). Uma minoria é baseada na língua tupi-guarani ou língua brasílica, um idioma semi-artificial desenvolvido pelos padres jesuítas a partir de línguas nativas distintas para catequese dos indígenas e usado como língua franca no Brasil entre os séculos XV e XVIII.


  • Aracaju (Sergipe) – do tupi ara (“luz”) + caju (“caído”), donde “luz caída” ou “luz baixa”, referência ao local de onde se avista o nascer do sol (Aracaju é uma das cidades mais orientais do Brasil).
  • Belém (Pará) – em homenagem à cidade de Belém na Palestina, onde teria nascido Jesus Cristo.
  • Belo Horizonte (Minas Gerais) – sentido literal, em referência à vista das montanhas Alterosas.
  • Boa Vista (Roraima) – sentido literal, em referência à visão panorâmica do alto da serra do estado.
  • Campo Grande (Mato Grosso do Sul) – sentido literal.
  • Cuiabá (Mato Grosso) – duas etimologias distintas e conflitantes explicam o nome como “homem que faz farinha” ou como “lugar onde se pesca”, sem apontar de qual língua indígena derivam.
  • Curitiba (Paraná) – do tupi curi (“pinheiro”) + tiba (“muitos”), donde “muitos pinheiros”, “campo dos pinheiros” ou “pinheiral”, em referência à abundância de araucárias na região.
  • Florianópolis (Santa Catarina) – de “Floriano” + pólis (“cidade” em grego); o nome é uma homenagem a Floriano Peixoto, que derrotou em 1893 a Revolta da Armada, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. O renomeamento foi feito por interventores governistas exaltados com a intenção de bajular o presidente, e no início foi considerado uma humilhação à cidade que justamente combateu Floriano. O antigo nome da cidade, Nossa Senhora do Desterro, se deve ao fato de ser ali um lugar para onde eram enviados desterrados (exilados) portugueses.
  • Fortaleza (Ceará) – sentido literal, em referência à Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção.
  • Goiânia (Goiás) – criado a partir do nome do estado do qual é capital; Goiânia é cidade nova e planejada, e substituiu a cidade velha de Goiás como capital em 1923.
  • João Pessoa (Paraíba) – em homenagem ao governador paraibano assassinado em 1930, em episódio que serviu de pretexto para eclodir a revolução daquele ano. O nome da cidade até então era também Paraíba.
  • Macapá (Amapá) – do tupi mpacapa (“bacaba”, uma fruta de palmeira) + aba (sufixo de lugar), donde “lugar das bacabas”, fruta típica da região.
  • Maceió (Alagoas) – do tupi macá (“o que cobre”) + i-ó (“molhado”), donde “cobertura sobre o molhado”, em referência ao fato de a cidade se estender sobre terrenos alagadiços (tal como a etimologia do estado, Alagoas).
  • Manaus (Amazonas) – dos manaos, uma tribo da região do Rio Negro e Solimões; a grafia antiga da cidade preservava o “O” e acentuava a vogal precedente: “Manáos“.
  • Natal (Rio Grande do Norte) – sentido literal, por ter sido fundada no dia de Natal. A fortaleza que guarda a cidade recebe o nome de Forte dos Reis Magos. Os portugueses já haviam dado o mesmo nome a uma cidade que fundaram na África do Sul, atualmente rebatizada como Durban.
  • Palmas (Tocantins) – o nome da cidade é uma homenagem a cidade de São João da Palma, onde no século XIX houve um movimento que almejava tornar o norte de Goiás uma província autônoma.
  • Porto Alegre (Rio Grande do Sul) – sentido literal. O antigo nome da cidade era Porto dos Casais, por receber colonização com casais de açorianos (diferentemente do resto do país, colonizado só por homens que procriavam com as mulheres indígenas).
  • Porto Velho (Rondônia) – sentido literal, por ser o local de ancoradouro mais antigo da região.
  • Recife (Pernambuco) – sentido literal, por causa dos arrecifes que existem no litoral da cidade.
  • Rio Branco (Acre) – em homenagem ao Barão do Rio Branco.
  • Rio de Janeiro – sentido literal, por ter sido descoberto no dia 1º de janeiro de 1502 por Américo Vespúcio, e por julgar-se que a baía da Guanabara fosse a foz de um rio. Na geografia da época, os portugueses não distinguiam estuários de baías, além de estarem acostumados ao formato da baía do Tejo em Lisboa, que se assemelha ao da Guanabara.
  • Salvador (Bahia) – sentido literal, em referência a um dos nomes cristãos-católicos de Deus; o nome inteiro da cidade era “Mui Leal Cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos”. Em inglês, é comum que a cidade seja chamada Salvador de Bahia para não confundir com San Salvador, capital de El Salvador, na América Central.
  • São Luís (Maranhão) – em homenagem tanto a São Luís (santo que foi rei francês e lutou nas cruzadas) quanto ao então rei de França, Luís XIII, na época em que os franceses fundaram a cidade (como França Equinocial, por situar-se perto do equinócio ou linha do equador).
  • São Paulo – assim batizado pelo colégio (monastério) jesuíta de São Paulo de Piratininga. Durante os primeiros três séculos, a cidade era conhecida como Piratininga — que por sua vez deriva de pirá (peixe) + tininga (seco), donde “peixe seco”, em referência ao rio Tietê — e à capitania de São Paulo. O uso do hagionímico para ambos só se consolidou no século XVIII.
  • Teresina (Piauí) – em homenagem à imperatriz Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II
  • Vitória (Espírito Santo) – sentido literal, em referência à resistência dos colonizadores portugueses contra as investidas dos temiminós e tupinambás contra as primeiras tentativas de povoamento.

[editar] Ver também

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Cenas de Ouro Preto

ouropreto

A autora

cecilia

Cecília

Romanceiro da Inconfidência é uma coletânea de poemas da escritora brasileira Cecília Meireles, publicada em 1953, que canta a História de Minas dos inícios da colonização até a Inconfidência Mineira, revolta ocorrida em fins do século XVIII na então Capitania de Minas Gerais.

Em 84 “romances” (isto é poemas épico-líricos inspirados na tradição popular hispánica), mais quatro “cenários” e outros de prólogo e êxodo, Cecília evoca primeiro a escravidão dos africanos na região central do planalto em episódios da exploração do ouro e dos diamantes no século 18; logo o centro da coletânea é dedicado ao destino dos heróis da chamada “Inconfidência Mineira” – Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Tomás Antônio Gonzaga, sua noiva e amada Marília de Dirceu bem como de outras figuras históricas implicadas no acontecimento, como D. Maria I a louca, na altura Rainha de Portugal.

Mais lírica do que narrativa, a obra assume o lado dos derrotados (transformados depois em heróis da Independência do Brasil) denunciando o sistema colonial que favorece a exploração dos desvalidos:

A terra tão rica
e – ó almas inertes! –
o povo tão pobre…
Ninguém que proteste! (…) (in: Do animoso Alferes, Romance XXVII)
Estes branquinhos do Reino
nos querem tomar a terra:
porém, mais tarde ou mais cedo,
os deitamos fora dela. (in: ‘Do sapateiro Romance XLII)

A reinterpretação da história serve no entanto de ponto de partida para uma reflexão filósofica e metafísica sobre a condição humana. Surgindo Tiradentes como um avatar de Cristo e sofrendo o sacrifício do bode expiatório, ele se torna num redentor do Brasil, que abriria a nova era da liberdade. “Construindo com o Romanceiro da inconfidência um mosaico em que cristalizariam vibrações captadas na terceira margem da memória coletiva, Cecília consolidava uma teia de mitos suscetíveis de fortalecer o sentimento da identidade brasileira”(Uteza, 2006 : p. 294).

nossa turma

Docentes:

SUELEU APARECIDO VERALDO

MARIA CRIISTINA MAHNIC

CURSISTAS

AMELIA ROSNA DA COSTA

AURELIANA APARECIDA M. DELGADO BALLA

CLELDER LUIZ PEDRO

ELZA BATISTA DOS SANTOS

GISELE DALTO DO NASCIMENTO

HELENA PONTE MARTINS

ISABEL MONTEIRO DA SILVA OUTUKI

MARA CRISSTINA CAMPOS TOMÉ

MARCIA MARA SARTORI DECARLI

MARCIA MARIA HANSEN

MARIA DE LURDES MARQUES

MARIA HELENA GOMES

MARINA MASSCO TASHIMA

MARTA HELENICE NARDON GÔNGORA

PRISCILA  PASCOAL

REGINA MASSAE ASSEGA OSHIRO

ROSECLEY HANSEN NUEVO

SONIA DE FATIMA HÚNGARO

VELÉRIS APARECIDA BONACINI SALI

VERONICA EUCLIDES BARBOSA

educacao_ead

Moran

Atividades

No texto de Moran, temos que a educação caminha a passos lentos e,ao investigar os porquês,o autor aponta a postura profissional de professores que se eximem das responsabilidades quanto à inovação.

A lentidão na educação perpassa as decisões de professores que não aceitam trabalhar em conjunto com outros colegas, ou que acabam por se acomodar em meio a reclamações, culpando outras entidades ou autoridades públicas do descaso para com a educação.

O recado de Moran parece ser: faça sua parte, dialogue,crie e concretize projetos,professores.

Palavras-chave:educação, Moran,professores

Curso Proinfo

No ano de 2008, demos início ao curso Introdução à Educação Digital , em parceria com o Mec/Proinfo, com carga horária de 40 horas. O curso tem por objetivo a inclusão digital dos profissionais da educação , buscando instrumentalizá-los para a utilização significativa dos recursos tecnológicos disponibilizados nas escolas públicas estaduais, especificamente aquelas relacionadas aos laboratórios do Paraná Digital e PROINFO/MEC.

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